O Rei de Amarelo – Resenha

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Título:  O Rei de Amarelo
Autor: Robert W. Chambers
Editora: Intrínseca
Ano de Publicação: 2014
Páginas: 256 p.
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Sinopse: O Rei de Amarelo’ é uma coletânea de contos de terror fantástico publicada originalmente em 1895 e considerada um marco do gênero. Influenciou diversas gerações de escritores, de H. P. Lovecraft a Neil Gaiman, Stephen King e, mais recentemente, o escritor, produtor e roteirista Nic Pizzolatto, criador da série investigativa True Detective cujo mistério central faz referência ao obscuro Rei de Amarelo. O título da coletânea faz alusão a um livro dentro do livro – mais precisamente, a uma peça teatral fictícia – e a seu personagem central, uma figura sobrenatural cuja existência extrapola as páginas. A peça ‘O Rei de Amarelo’ é mencionada em quatro dos contos, mas pouco se conhece de seu conteúdo. É certo apenas que o texto, em dois atos, leva o leitor à loucura, condenando sua alma à perdição. Um risco a que alguns aceitam se submeter, dado o caráter único da obra, um misto irresistível de beleza e decadência.
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O Rei de Amarelo é uma coletânea de contos escrito por Robert W. Chambers na segunda metade do século XIX e até hoje inspira diversos escritores que nós adoramos, tais como: Stephen King e Neil Gaiman. A obra se baseia em uma peça ictícia de nome homônimo ao livro, dividida em duas partes, cuja segunda, levaria quem a lesse a loucura. A tal peça está presente nos 4 primeiros contos e toda tensão e terror psicológico é dado através dela. Nunca lemos a peça na íntegra, tendo apenas alguns vislumbres do seu texto original, o que é bom pois uma das coisas que o livro nos desperta é nossa imaginação ao tentarmos criar a peça inteira na nossa mente.

Como amante do gênero, não posso deixar de alertá-los para não procurarem um thriller nesta obra, ela fica na base do suspense, tendo pequenos picos de terror psicológico, mas que não são suficientes para manter o clima. Quanto se está quase no ápice tudo despenca, mas por um lado quando chega ele CHEGA CHEGANDO! Outro problema que fãs do horror irão encontrar aqui, é que, na edição da Intrínseca, apenas os 5 primeiros contos são de caráter sombrio, sendo o último deles – o melhor, na minha opinião – um conto de transição para os últimos 5 presentes no livro, que beiram bem mais o romance.

As pitadas de terror são marcantes, mas além delas, o melhor do livro é a conexão que há entre os contos, mesmo quando feito de maneira muito sútil para leitores mais atentos. O que temos em O Rei de Amarelo é uma ótima leitura para quem quer se aventurar num suspense fantástico do século XIX, com contos bem escritos e sólidos.

 

nota 4

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Um comentário em “O Rei de Amarelo – Resenha

  1. Eduarda, que texto lindo, hoje vou sempre acompanhar tu por perto. Sou grato por tu existir e fazer parte de minha vida, Seja sempre essa mulher determinada que tu é.

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